25/03/2007

Um Sem-Abrigo, Um Amigo

Amigos,

Na semana passada encontrei um cartaz na minha faculdade, entre os vários lá expostos, que me chamou particularmente a atenção. Era sobre voluntariado, direccionado para os sem-abrigo. Achei que poderia interessar a alguns de vocês, e até mesmo eu estou a pensar seriamente se participo ou não...


"O Projecto um sem-abrigo um amigo, desenvolve-se sobre a perspectiva do apoio emocional e humano. A nossa função primordial é dar apoio emocional.

A palavra como meio de solidariedade é o fio condutor dos objectivos que este projecto desenvolve. É inerente, à maioria das pessoas, a necessidade de conversar, de se relacionar e de se sentir importante para o outro. Disponibilizando algum tempo e motivação, pretende-se que o sem-abrigo tenha alguém que o ouça verdadeiramente, que se interesse por ele que se preocupe e crie uma relação de confiança, mostrando-se disponível para ajudar. No fundo, um amigo. É o que se deseja adicionar à vida solitária destas pessoas.

Não se pretende criar mais uma ajuda que se multiplique nas várias já existentes de outras associações, mas sim estabelecer uma aproximação de confiança com as pessoas que regularmente estamos em contacto e prestamos assistência.

Não é necessário muito para criar uma alegria e um sorriso no rosto destas pessoas."

Para quem estiver interessado, pode ler mais informações no site desta instituição:

http://umsemabrigoumamigo.planetaclix.pt/voluntariadosemabrigo.html

Vanda, se depois quiseres acrescentar alguma coisa, mais informações, etc, visto que estás mais dentro deste assunto do que eu...

Beijinhos e até Sábado!

Joana D.

18/03/2007

"Porta Aberta" do Centro Social de Palmela

Caros amigos,

Como sabem fui mais o Rui este Sábado ao jantar para o qual vos convidei e que, infelizmente, não aceitou mais inscrições nos últimos dias, devido à enorme afluência que teve. Conseguiram 150 pessoas, fora muitas inscrições!!
Em relação ao jantar em si, correu tudo muito bem (fez-me lembrar um pouco o café-concerto que organizámos o ano passado...). Foi carne assada com arroz árabe e o jantar ainda incluía entradas, sopa, salada, sobremesa e café. Toda a comida foi preparada por pessoas da comunidade a quem eles chamam carinhosamente de "as mães". Assim, fiquei a saber que as despesas de comida foram todas divididas entre eles (cada um trouxe uma coisinha), para que o dinheiro do jantar e das vendas de artigos revertesse totalmente para o Centro Social de Palmela. Exemplo a seguir!
Depois de todos jantarmos - e acreditem éramos bastantes - fez-se uma breve apresentação da instituição para a qual iriam reverter os fundos. Tirei algumas notas:

Centro de Acolhimento Temporário "Porta Aberta" (do Centro Social de Palmela)

- É uma casa onde são acolhidas temporariamente crianças e adolescentes, vítimas de maus tratos e de outras situações de risco ou exclusão social.
- É um local de passagem (transição) entre uma família disfuncional ou ausente e uma família recuperada ou de substituição, numa permanência que se pretende não seja superior a 6 meses por criança.
- São acolhidos crianças/adolescentes com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos a nível nacional.
- Estuda-se e prepara-se um projecto de vida perspectivando: o regresso à família biológica; a inserção numa família de acolhimento ou adopção; o ingresso numa instituição.
- Articula-se sempre que possível com outras entidades e com as famílias das crianças.
- Dispõe de uma equipa técnica pluridisciplinar constituída por: 1 assistente social; 1 psicóloga educacional; 1 animador sóciocultural; 1 educadora de infância e uma equipa auxiliar com 8 ajudantes de lar.
- Neste momento acolhem 13 crianças (meninos e meninas).

Para mais informações sobre esta instituição podem visitar o seu site em: www.cspalmela.org


De seguida procedeu-se, então a entrega dos fundos (quase 1400€) à "Porta Aberta".

Devo acrescentar que seria interessante irmos a uma das próximas conferências (ambas na Paróquia de Algueirão):

19 de Março (Segunda)
21h30 - Debate: "Importância do pai na família", com a presença da juíza Dr.ª Dina Nunes e de dois pais, com a partilha das suas experiências.

20 de Março (Terça)
21h30 - Debate: "Jovens, família de amanhã", presença do Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e de dois casais, com a partilha das suas experiências enquanto casal. Encerramento das II Jornadas pela Vida.

Se estiverem interessados digam-me qualquer coisa o quanto antes.

Beijinhos***

14/03/2007

06 Congresso CAIS | Empowerment - Capacitar para Participar

21 a 23 de Março de 2007 – Fundação Luso-Americana

21 Março 2007
9h30 – 13h
Boas Vindas
Pedro Pais de Almeida (Presidente da Associação CAIS)
Rui Chancerelle de Machete (Presidente do Conselho Executivo da FLAD)
Abertura
José Vieira da Silva (Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social)
1º painel: Empowerment e advocacy
Moderador: Henrique Pinto (Director da Associação Cais
Democracia e empowerment
Josefina Figueira-McDonough (Docente da Universidade do Arizona – EUA)
Participação: um novo conceito no domínio da exclusão
Simone Helleren (Groundswell – Reino Unido)

Intervalo (11h10-11h30)

Participação: um direito em desenvolvimento
Nathalie Latour (FNARS – França)
O estado da democracia em Portugal: participação e direitos humanos
Luís Mira Amaral (Professor do Instituto Superior Técnico)

Debate

ALMOÇO (13h às 14h30)

14h30-17h30 - WORKSHOPS
Workshop 1
Conselho de Vida Social: um movimento de participação em curso
FNARS – França
Intervalo (15h45 – 16h15)
Peritos de Experiência: transformar para capacitar
Projecto DiverCidade/Equal
Workshop 2:
Tomar a palavra: Empowerment - igualdade de oportunidades
AMUCIP
Intervalo (15h45 – 16h15)
O Ethos de Groundswell: uma filosofia de intervenção participada
Groundswell – Reino Unido

22 Março 2007
10h-13h
2º Painel - Empowerment: capacitar para intervir
Moderador: José de Brites (O Companheiro)
Políticas sociais em Portugal: PNAI e Redes Sociais
Francisco Branco (Docente da Universidade Católica)
Instituições Sociais: quem são, de onde vêm e o que as define
Lino Maia (Presidente da CNIS)
Estratégias de Empowerment e Acção Social em Portugal
Júlia Cardoso (Docente do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa – Universidade Lusíada)

Intervalo (11h-11h30)
Os actores do Moinho da Juventude: estratégias e áreas de intervenção
Eunice Delgado e Lieve Meersschaert (Corpos Gerentes da Associação Moinho da Juventude)
De utilizador a actor
Nuno Santos (Chullage - músico e dirigente associativo)

Debate

14h30-17h30 - WORKSHOPS
Workshop 1:
Futebol de Rua e CAIS Digital
Associação CAIS
Intervalo (16h-16h30)
Teatro Fórum
Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa
Workshop 2:
A acção social na perspectiva dos seus destinatários
Miguel Lamas (Sociólogo)
Diogo Mateus (Geógrafo)
Intervalo (16h-16h30)
Teatro Fórum
Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa

18horas - Lançamento Ensaios CAIS:
Gostar de Si – O Lugar do Amor numa Economia Neo-liberal
Economia para Todos – Que não nacionalize o sucesso e privatize o sofrimento
Por uma ética da comunicação social - Jornalismo Social

23 Março 2007
10h-13h
3º painel - Empowerment: capacitar para desenvolver
Moderadora: Mafalda Eiró-Gomes (Docente da Escola Superior de Comunicação Social)
Capacitar para desenvolver: que constrangimentos?
Manoel Ribeiro (Arquitecto e Urbanista - Brasil)
Estratégias de empowerment
Josefina Figueira-McDonough (Docente da Universidade do Arizona – EUA)

Intervalo (11h-11h30)

A justeza do comércio: produtores, mediadores e consumidores
Ana Baptista (Técnica de Projecto do Instituto Marquês Valle de Flôr)
Microcrédito: empreendorismo e direito ao crédito
Manuel Brandão Alves (Presidente da Associação Nacional de Direito ao Crédito)

Debate

14.30h-16h - WORKSHOPS

Workshop 1:
Empowerment - capacitação e oportunidades de trabalho
Manoel Ribeiro (Arquitecto e urbanista - Brasil)
Workshop 2:
Rostos, Ideias, Acções - o caminho da sustentabilidade
ARCIL

Intervalo (16h-16h30)

16h30-17h30 - Conclusões
Helena de Gubernatis (Assessora de comunicação do Comité Português para a UNICEF)
Joaquim Franco (Jornalista da SIC)

13/03/2007

Jantar de solidariedade - II Jornadas pela Vida

Boas!
No seguimento do que se falou na última reunião do grupo de jovens (Passo a Passo e Acreditar) achei que esta seria uma proposta interessante para vos fazer. Tal como disse para os que estavam presentes nessa reunião, a minha amiga Andreia, que pertence igualmente a um grupo de jovens, está a organizar as chamadas Jornadas pela Vida que já vai na sua segunda edição. É um projecto muito interessante, que envolve várias conferências e debates sobre um determinado tema. O deste ano é a família.
O que acho mais interessante nestas jornadas é que eles pegam numa instituição social, organizam um jantar, e os fundos angariados desse jantar revertem totalmente para essa instituição (fora despesas claro).
É para esse mesmo jantar de solidariedade que vos quero convidar, por diversas razões:

Por ser organizado por jovens como nós (entre 18-21 anos);
Para nos dar a noção de como trabalham outros grupos de jovens e de quais os seus objectivos;
Porque, de certa forma, é uma obra de voluntariado muito bonita, e se formos também estamos a participar nesse mesmo projecto (ao contribuirmos com o nosso dinheiro e presença);
E, principalmente, para provarmos que os nossos grupos existem, que têm força de viver e com vontade de renascer!

Relativamente ao jantar:
É no próximo Sábado (17/03) na Paróquia de Algueirão, às 20h30. O preço é de 10€ (normal) e 8€ (estudante).
Podíamos nos organizar para irmos todos de carro, que acham?

Peço-vos então que mal lêm isto tentem espalhar a palavra, o mais rápido possível, e me dêem confirmação até no máximo Quarta-feira á noite!! Visto que este jantar necessita inscrição.

Para mais informações sobre as II Jornadas pela Vida vão ao mail do grupo, pois enviei um mail com o programa em anexo.
Fico a aguardar muitas confirmações brevemente...

Beijinhos***
Joana D

12/03/2007

Retiro em Resumo

Amigos, aqui deixo conforme combinado, um resumo dos momentos altos do Retiro... algumas imagens e textos que marcaram a nossa caminhada de quaresma e que nos dão alento para continuar a sorrir e a partilhar...
Vida
“Se realmente quiseres viver no mundo, não poderás olhar para o mundo em si como a fonte dessa vida. O mundo e as suas estratégias talvez te ajudem a sobreviver durante muito tempo, mas não podem ajudar-te a viver, porque o mundo não é sequer a fonte da sua própria vida, muito menos da tua. Não pertences ao mundo, por isso é que foste enviado para o mundo (…) a vida é uma oportunidade dada por Deus para nos tornarmos quem somos. Nascer e crescer, deixar a casa e prosseguir uma carreira, ser admirado e ser rejeitado, caminhar e descansar, orar e distrair-se, ficar doente e ser curado – sim, viver e morrer – tudo são expressões dessa pergunta divina: «Amas-me?» e em todos os pontos da jornada há opção entre dizer Sim e dizer não.

E começámos com o jogo da Confiança...

Depois de explicado o Tema do Retiro - Quaresma: Tempo de Acolher e Viver o Amor de Deus... a imperdível Oração da Noite ao estilo Taizé...

O pequeno-almoço de Sábado... e as actividades que se seguiram...

Liberdade
“Tenho apenas dois saris. Não sei bem como, mas remedeio-me com eles. Levo um na mala e outro vestido. E a isto chamo liberdade. Também só tenho dois assentos no meu escritório. Se precisar de mais peço-os. E se preciso de mais rupias para os transportes peço-as. Devemos sentir a alegria da pobreza. Porque é uma autêntica alegria. Pobreza é liberdade. Chamo à pobreza liberdade e não sacrifício. Eu quero ser livre!” (Madre Teresa)

Reconciliação
“Procurar a reconciliação exige uma luta dentro de ti mesmo. Não é um caminho de facilidade. Nade de grande, de durável se constrói com facilidade. O espírito de reconciliação é alargamento do coração. Não procuramos saber que errou ou quem ter razão. Reconciliemo-nos apenas. A reconciliação nunca é preguiçosa. Para o evangelho, ela é imediata. Não perde o seu tempo a elaborar um processo de intenções. Ferido, humilhado, quem iria até ao limite das suas forças para perdoar e perdoar de novo? Aqui está o amor extremo.”
O visionamento do Filme Hotel Ruanda que nos mostrou como uma pessoa pode fazer a diferença quando dá sem esperar receber e o ponto alto a "Perigrinação interior" na noite de Sábado, onde reconhecemos a Alegria da Verdade... Somos Amados!!!

A Alegria da Verdade
“A partir do momento em que assumirmos a verdade de que somos amados, somos logo confrontados com uma chamada interior a tornarmo-nos naquilo que somos (…) tornar-se amado significa deixar que a verdade do «ser-amado» encarne em tudo o que pensamos, dizemos ou fazemos.”

Boa Semana! Vanda

06/03/2007

Retiro...Com Vocês em Pensamento...

Caríssimos,
Mesmo não podendo ir ao retiro estive com vocês em pensamento. Tenho pena de não ter participado em mais uma reunião de partilha de felizes experiências... Em tempo de Quaresma é altura de pensar e de agir, mas a oração também é muito importante, por isso vos transcrevo este texto que encontrei sobre esse tema que quis partilhar convosco.

Beijinhos e até para a semana!
Joana D

"Orar é simples. É como encontrar, de surpresa, um amigo ou amiga, e correr para eles, abraçá-los, ficar com eles e, sem pressas, falar, escutar, contar, louvar, agradecer, pedir... Deus e esse(a) amigo(a). Mais, Ele é família. É paternidade; é filiação; é Amor que leva à felicidade. Rezar é estar na presença de Deus. Ele tem muitas portas e esquinas que abre ou dobra para Se encontrar connosco. Um raio de sol mais intenso; um mar imenso, que bate, ritmicamente, nas rochas ou na areia; uma notícia; uma canção; uma surpresa, uma saudade, um acto de contrição... podem dirigir os nossos pensamentos, o nosso afecto, as nossas palavras para Deus. Ele serve-se deles, para nos dizer: «Estou aqui e quero estar contigo, escutar-te, falar-te.»

Orar é dialogar. Deus ouve-nos. E percebe até os nossos silêncios. Ele até lê nas entrelinhas, porque, às vezes, queremos esconder-Lhe aquilo que nos envergonha. Conhece todos os pontos do nosso ser. Mas não é tirano. Não é um Senhor que nos tem como escravos. Não se ri de nós. Prefere rir-se connosco. Não fica à espera que Lhe supliquemos, vezes sem fim, aquilo de que precisamos. Adianta-se e assegura: «Se queres, podes! Eu vou ajudar-te. Toma umas sementinhas. Agora, planta, rega, trata e colhe. Vá, desampara-me a loja...» E se tem motivos para ralhar, não nos expulsa da sua presença. Nunca nos condena. Diz-nos: «Perdoo-te. Vai em paz e não tornes a pecar» (S. João, 8. 11).

Como, Onde e Quando
Não sabemos como rezar. Talvez porque não sabemos onde está Deus. Ensinaram-nos que Ele estava no Céu. E habituámo-nos a olhar para cima, à procura de um Deus tão invisível quanto impessoal e longínquo. Ou, ao contrário, temido como alguém que sabe tudo sobre nos, sempre a observar-nos. Disseram-nos que está na igreja, o templo de pedra. Mas, ou porque não gostamos da outra Igreja, de homens e mulheres, ou por­que não temos o hábito, não passamos muito tempo nos bancos daquele edifício. Quando muito, aguentamos uma hora de missa aos domingos. Deus disse de Si mesmo: «Eu sou aquele que sou/estou (onde tu estás)» (Livro do Êxodo 3,14]. Isso significa que podemos rezar com os olhos fechados - Deus está no nosso intimo -, sentados, de joelhos ou de pé; parados ou a movimentar-nos...; quando caminhamos, cantamos, dançamos, brincamos, amamos, trabalhamos...; se estamos doentes numa cama, detidos numa prisão ou em viagem... Não há limites para o encontro com Deus. Apenas precisamos de métodos, regras, ajudas.

É Preciso Disciplina
Podemos estar com Deus em todo o lado, mas isso só acontece se quisermos, tal como é possível ver um amigo num lugar e nada fazer para nos encontrarmos. Contudo, se um encontro na rua pode ser feliz, Deus prefere estar connosco num lugar e num momento previamente combinados, e estar a sós ou com um grupo de amigos.
Escolhemos a igreja ou o quarto, o jardim, a beira-mar... Adoptamos a posição mais confortável. Damos as boas-vindas a Deus dizendo o Seu nome: fazendo o sinal da cruz, física ou mentalmente, traçando-a com a mão, que desde da testa ao coração e cruza do ombro esquerdo ao ombro direito, enquanto pronunciamos: «Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.» Depois, dialogamos, mas não com palavras e sentimentos soltos. Como diz o poeta Alberto Caeiro, e preciso ser pastor das letras e dos afectos. Há o risco de divagar, perder-nos em palavreados e recordações nostálgicas e, com isso, afastar-nos de Deus. Seria como ler um livro ou ouvir a TV quando alguém está a falar connosco. E terminamos agradecendo e marcando o próximo encontro. Depois, sempre que possível, fala da tua oração com alguém habituado a rezar.

Modelos de Oração
Um modelo prático que pode ajudar-te a rezar é usares os dedos da mão:

O POLEGAR - é o dedo mais forte. Dá graças a Deus por cada uma das coisas importantes da tua vida: família, casa, amigos, trabalho, estudo, comida, saúde...
O INDICADOR - é o dedo que aponta. Reza pelas pessoas e acontecimentos que te ajudam e guiam: amigos, professores, médicos, enfermeiros, padres...
O MÉDIO - é o dedo maior. Ora pelas pessoas importantes, as que têm poder: governantes, líderes de organizações, líderes religiosos...
O ANELAR - é o dedo que assinala os compromissos. Lembra-te daqueles que precisam de alguém que pense neles: pobres, famintos, doentes, idosos...
O MÍNIMO - é o mais pequeno. Reza por ti, pelos teus sonhos e problemas. Podes completar este método, colocando algo na mão: flor, mundo, bebé... e ligá-lo ao anterior.

Outro modelo é começar por algo que funciona como o fio do novelo: uma árvore, uma casa, o rio, o mar, o corpo humano... No caso da árvore, por exemplo, começa pela raiz e medita na sua importância; continua pelo tronco; demora-te a ver pormenores dele: nós, golpes, algum ninho; segue pelos ramos, folhas, frutos, com o mesmo esquema. Poderias ficar um dia inteiro a rezar assim e a tirar conclusões para ti e para a sociedade. Um terceiro modelo é pegares na Bíblia e escoIher um livro. Lê pausadamente. Há sinais no texto (números, asteriscos, cruzes). Classificam as frases e remetem-te para outros textos com o mesmo assunto ou para explicações. Interpreta o texto: de que fala (alegria, tristeza, normas...)? Mete-te na história. Imagina-te presente como testemunha ou que aquele discurso e dirigido a ti. Como te sentes? Como reages? Algo chamou a tua atenção, tocou-te? Sentes necessidade de mudar algo? Sentes força, confirmação no que estás a fazer? Nisto, Deus está a falar-te!

Ele é Muito Mais
Deus é muito mais do que podemos imaginar. Somos capazes de Lhe pedir um copo de água. quando Ele é um oceano sem fim; oferecemos-Lhe, em agradecimento, um botão de rosa, sendo Ele um jardim com milhões de flores... Pensa nisso!"

JORGE FERREIRA in Audácia

05/03/2007

Viva o Retiro!

"Potente" e"Brutal" são adjectivos utilizados para avaliar o retiro.

Salientou-se a "Peregrinação interior" que foi o auge. Muita oração e reflexão e algum convívio pautaram este fim de semana.

"Mina Power" não é só festa mas é crescimento na fé!

Deus está connosco!