Não se pode reduzir o Natal apenas a mais uma data importante, a um acontecimento da história universal, a uma festa tradicional, a uma festa social em torno da família...
Natal é Luz! Tem-se que recuperar o Natal vivo e presente, e dá-lo a conhecer aos outros. É necessário que se concretize ainda neste Advento e para isso deve-se acolhê-lo nos corações, pela fé.
Natal é um compromisso vivo de espera vigilante e jubilosa. É Tempo de Vindas.
Nesse período conturbado, repleto de incertezas para o meu, o teu e o viver das nossas famílias, torna-se imprescindível permanecer em alerta. É, portanto, tempo de levantar, de despertar do sono. De sair do ponto da estrada da espera passiva. É tempo para alimentar a esperança… de te conheceres bem para poderes cuidar daqueles que te são confiados.
Advento, outra vez Advento. Sempre Advento. Só Advento!
Quando acolheres no teu coração e nos teus braços bons sentimentos para com todos, quando alimentares boas intenções e realizares boas acções, QUANDO ESPERARES A MANIFESTAÇÃO DA LUZ, então é Advento.
Quando estiveres disponível para o Espírito, quando te preocupares em participar, em contribuir, em intervir. Quando perdoares, quando te deixares conduzir pelo mesmo Espírito, QUANDO PREPARARES OS CAMINHOS, então é Advento.
Quando viveres em permanente esperança neste mundo desesperado, quando lutares por um mundo melhor no meio de tanta violência, QUANDO SEMEARES ALEGRIA NESTE MUNDO TRISTE, então é Advento.
Quando te interrogares sobre o sentido das coisas, sobre o sentido deste mundo que nos envolve e sobre o sentido da nossa vida, QUANDO RENASCERES ESPIRITUALMENTE, então é Advento.
Abrir-nos ao Advento é o mesmo que entrarmos num ritmo de conversão permanente. É deixar-nos cativar pela Luz!
A hora está prestes a chegar!
Este Advento é o tempo favorável para levantar a minha voz e dizer que Jesus comanda a minha vida; é a oportunidade, secretamente ansiada mas tantas vezes calada, de dar a resposta que os Apóstolos deram, com a coragem que recebemos do Espírito Santo, com a frontalidade que percebemos nos Discípulos, com o discernimento da nossa razão e com a tranquilidade da nossa vontade…

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